6 de dez. de 2010

A CIÊNCIA NÃO SABE COMO SURGIU A VIDA ESPONTANEAMENTE!!!


          Estamos cientes da quantidade maciça de informa­ções contidas nos genês. A ciência não sabe como tais informações poderiam ter surgido espontaneamente. Ê preciso uma inteligência superior para tal projeto; não poderiam ter surgido pela casualidades. Simplesmente misturar letras não produz palavras." Ele acrescentou: "Por exemplo, uma sumidade no campo da biologia o  renomado geneticísta do Instituto de Dendrologia da Academia Polonesa de Ciências, declarou:


          "O çomplexíssimo sistema de duplicação de proteínas do DNA e do RNA na célula tinha de ser perfeito logo de início. Senão, os sistemas de vida não poderiam exis­tir. A única explicação lógica é que essa massa de in­formações originou-se de uma inteligência superior e muito organizada."


(Maciej Giertych)

 


Outro nome da Ciência também declarou:


          "Para quem não se vê obrigado a restringir a sua busca a causas não-inteligentes, a conclusão taxativa é que muitos sistemas bioquímicos foram projetados. Não foram projetados pelas leis da natureza, nem por acaso e necessidade; eles foram planejados... A vida na Terra, no seu nível mais fundamental, os seus componentes mais críticos, é produto de atividade inteligente muito superior."

(professor Michael J. Behe).

          Quanto mais se aprende sobre as maravilhas da vida, mais lógico é aceitar esta conclusão: a origem da vida requer uma fonte inteligente. Que fonte?

          Como já mencionado, milhões de indivíduos cultos concluem que a vida na Terra só poderia ter sido produzida por uma inteligência superior, um projetista. Sim, depois de um exame imparcial, eles concordam que, mesmo na nossa era científica, é razoável dar ra­zão ao poeta bíblico que, há muito, disse sobre D'us.


          9. "Contigo está a fonte da vida". 
(Salmo 36: 9).

 


          Quer você já tenha, quer não tenha, formado uma "opinião firme a respeito, voltemos a nossa atenção para al­gumas maravilhas que envolvem você pessoalmente. Fazer isso é muito gratificante, e pode iluminar mui­to esse assunto que afeta a nossa vida.

          A ciência na sua diversidade tem todo valor como resposta parcelar, provisória e limitada (mas não é a última) a um dado ângulo da realidade...

          Nós cremos muito que a FÉ supra qualquer obstáculo, nos promove, nos conduz.

          Desta forma a ciência e FÉ devem coagirem em um diálogo construtivo e respeitador aos limites de cada um.

          A ciência não responde as grandes indagações do homem:

          1) do Amor;

          2) da Morte;

          3) do Sofrimento;
 
          4) do Mal; 

          5) da Liberdade; 

          6) dos Valores  ETC, ETC...

         A ciência não deve ultrapassar o seu campo de atuação e de seus limites, a fim de evitar a invasão do campo da FÉ (Lógico, e vice-versa), para não cair:
          -No cientismo: endeusando a si própria e ou ateísmo.

          -Em positivismo.

         Ciência como Ciência deve ater-se aos fatos comprováveis e perceptíveis pelos sentido, ajuizar sobre TEORIAS comprovadas através de seus preceitos e dogmas.

          -Rejeitar toda a metafísica.

          -Em Materialismo: 

          Que toda a realidade se reduz a matéria, que nada cria, só se  reproduz.


 
Equipe a serviço da vida

          Não existiria vida na Terra sem o trabalho de equipe das moléculas de proteína e dos ácidos nucléicos (DNA e RNA) dentro de uma célula viva. Vejamos brevemente alguns detalhes desse instigante trabalho molecular de equipe, pois são estes que levam muitos a achar difícil crer que células vivas possam ter surgido por acaso.

          Um exame minucioso do corpo humano, de suas células microscópi­cas e até mesmo do interior delas, revela que somos constituídos pri­mariamente de moléculas de proteína. A maioria destas compõe-se de "fitas" de aminoácidos vergadas e torcidas em vários formatos. Algu­mas formam uma bola, outras se parecem com as dobras do fole de um acordeão.


          Certas proteínas trabalham com moléculas parecidas com gordura para formar membranas celulares. Outras ajudam a transportar oxigé­nio dos pulmões para o resto do organismo. Algumas proteínas atuam como enzimas (catalisadores) para digerir os alimentos, dividindo as proteínas no alimento em aminoácidos. Estas são apenas algumas dos milhares de tarefas das proteínas. Você teria razão se dissesse que as proteínas são os artesãos da vida; sem elas, a vida não existiria. As pro­teínas, por sua vez, não existiriam sem a sua ligação com o DNA. Mas o que é o DNA? Ao que se parece? Que ligação tem com as proteínas? Cientistas brilhantes têm recebido prémios Nobel por desvendar essas questões. Mas não precisamos ser grandes biólogos para entender o básico.

A molécula mestra

          As células se compõem em boa parte de proteínas, de modo que sempre são necessárias proteínas novas para manter as células, para fabricar células novas e para facilitar as reações químicas dentro delas. As instruções para a produção de proteínas estão nas moléculas do DNA (ácido desoxirribonucléico). Para entender melhor a produção de proteínas, dê uma olhada mais de perto no DNA.

          As moléculas do DNA residem no núcleo da célula. Além de abrigar as instruções necessárias à produção de proteínas, o DNA armazena e transmite informações genéticas de uma geração de células à seguin­te. O formato das moléculas do DNA é parecido com uma escada de cor­da contorcida (chamada de "espiral dupla"). Cada uma das duas has­tes da escada do DNA consiste de um vasto número de partes menores chamadas nucleotídeos, das quais existem quatro tipos. Você já deve ter ouvido falar que a molécula do DNA é chamada de "dupla-hélice". O DNA parece duas linhas retorcidas juntas em uma longa espiral. O DNA é encontrado em todas as células como pares de base compostos de quatro nucleotídeos diferentes. Cada um desses pares é formado por dois nucleotídeos complementares conectados. As quatro bases no alfabeto do DNA são:

          1) adenina (A), 


          2) guanina (G),

          3) citosina (C),

          4) timina (T). 

          Com esse "alfabeto" do DNA, um par de letras seja A com T ou G com C formam um degrau na escada de espiral dupla.

          A adenina e a timina sempre formam pares, assim como a citosina com a guanina. Os pares se ligam como degraus de uma escada de construção:

         A escada tém milhares de genes, que são unidades básicas da hereditariedade.

          O gene contém as informações necessárias para fabricar proteínas. A sequência de letras no gene forma uma mensagem codificada, ou planta, que diz que tipo de proteína deve ser fabricada. Assim, o DNA, com todas as suas subunidades, é a molécula-mestra da vida. Sem as suas instruções codificadas diversas proteínas não poderiam existir nem a vida.


OS INTERMEDIÁRIOS

          Contudo, visto que O SEGREDO para construir uma proteína está guarda­da no núcleo da célula, e o local de construção de proteínas fica fora do núcleo, é preciso ajuda para levar o segredo da construção pois a mesma é codificada do núcleo para o "canteiro de obras".

          As moléculas do RNA (Ácidoribonucleico) dão esta ajuda. Estas molécula são quimicamente iguais as do DNA (As moléculas dos Cavalos também são quimicamente iguais, eu não sou um cavalo, você é?...), a tarefa exige várias formas do RNA. Veja mais de perto este extremamente complexo processo de se fabricar nossas protínas com a ajuda do RNA, mas que  sem o DNA ele não consegue fazer.

          O que é um núcleo? É a parte central de qualquer organismo ou estrutura etc., seja concreta ou abstrata. É o elemento central do átomo, formado pelos prótons e por nêutrons, em torno do qual orbitam os elétrons, sendo impossível a penetração deste no núcleo, caso haja um choque destes as conseqüências pode ser catastróficas.

          O núcleo e o elemento central da célula, responsável pela multiplicação das mesma, é o 20 arquivo da hereditariedade, centro secreto de um organismo.

          O embrião de alguma coisa; aquilo que conserva a origem para se formar outra coisa e que a fundamenta.

          O centro de um organismo, o ponto de onde as coisas fluem ou para onde as coisas convergem. Parte essencial de algo. A melhor parte de alguma coisa, o que se destaca entre as demais coisas, no caso de uma célula é conhecido e reverenciado como DNA.

          Na astronomia e a parte densa e luminosa de um cometa. Numa galáxia, sua parte central. Na Matemática a imagem recíproca do elemento nulo em uma aplicação linear de um espaço vetorial em outro. Na biologia é esta maravilha que estamos estudando. 

          As moléculas do RNA (ácido ribonucléico) dão essa ajuda. Estas moléculas são quimicamente similares às do DNA, e a ta­refa exige várias formas de RNA.

          Os três tipos de RNA resumidamente: RNA - Transcrição: modo pelo qual a informação contida no DNA pode ser levada para o citoplasma, permitindo que as células realize as suas funções - síntese de RNA mensageiro.

          Tipos: *RNA mensageiro (RNAm): leva informação do núcleo ao citoplasma (ribossomos);RNA transportador (RNAt): uni especificamente com um aminoácido atuando na síntese de proteínas e o *RNA ribossomal (RNAr): constituinte estrutural do ribossomo.

          O RNA, como dito anteriormente, serve para transmitir as informações contida no núcleo. O DNA, não pode transmitir essas informações, pois ele é muito grande, impossibilitando de o mesmo sair do núcleo.

          Seus nucleotídeos são: adenina, uracila, citosina e guanina.

          Veja mais de perto esses extremamen­te complexos processos de fabricar nossas vitais proteínas com a aju­da do RNA.

          O trabalho começa no núcleo da célula, onde uma seção da escada do DNA abre-se como um zíper. Isso permite que as letras do RNA se acoplem às expostas letras do DNA de uma das hastes do DNA. Uma enzima passa pelas letras do RNA para uni-las num filamento. Assim, as letras de DNA são copiadas em letras de RNA, formando o que se poderia chamar de dialeto DNA. A recém-formada cadeia de RNA sepa­ra-se, e a escada de DNA fecha-se de novo.

          Com mais algumas modificações, esse tipo específico de RNA-men-sageiro está pronto. Ele deixa o núcleo e vai para o local de produção de proteínas, onde as letras de RNA são decodificadas. Cada conjunto de três letras de RNA forma uma "palavra" que exige um aminoácido específico. Os aminoácidos são um dos nutrientes mais antigos que existem na face da Terra. Eles têm desempenhado um papel fundamental na existência da vida, desde que surgiu a vida até o presente forma o conjunto dos seres humano.

          Aminoácidos são substancias orgânicas hidrossolúveis que contêm um agrupamento amina e outro carboxila. O radical amina é constituído por um átomo de nitrogênio e dois de hidrogênio e tem uma valência livre. A carboxila é formada por hidrogênio, oxigênio e carbono e também possui uma valência livre. São conhecidos mais de 80 aminoácidos das células , dos quais cerca de 24 integram as proteínas, componentes básicos das células animais e vegetais. Os aminoácidos que não são utilizados pelos organismos vivos para a formação de proteínas se degradam durante o metabolismo por meio dos processos de descarboxilação, transaminação e desaminação oxidativa. No primeiro obtem-se dióxido de carbono e aminas primárias, substâncias que desenvolvem uma importante atividade fisiológica. No segundo, o agrupamento amina se une a uma coenzima, liberando ácido cetônico. O processo de desaminação gera amoníaco e em cetoácido.

          Outra forma de RNA procura esse aminoácido, pega-o com a ajuda de uma enzima e leva-o ao "canteiro de obras". 

          Elas controlam várias funções vitais incluindo os processos metabólicos que convertem nutrientes em energia e em novos materiais para as células, além de acelerar a reação dos processos bioquímicos, tornando-os mais eficientes.

          As enzimas se conectam às substâncias reagentes e enfraquecem certas ligações químicas, de modo que menos energia (de ativação) é necessária para que as reações ocorram. Se as enzimas estivessem ausentes, as reações químicas seriam lentas demais para dar suporte à vida.

          "Enzimas" o termo enzimas é derivado de "en" = dentro e "zima" =  levedura. são moléculas de proteína bastante grandes e complexas que agem como catalisadoras em reações bioquímicas.

          Como as proteínas, elas consistem em longas cadeias de aminoácidos unidas por ligações de peptídeos. Elas são formadas dentro das células de todos os seres vivos, plantas, fungos, bactérias, e organismos microscópicos unicelulares.

          As enzimas são bastante específicas, decompondo ou compondo apenas certas substâncias em certas condições de temperatura, pH e concentração do substrato (substância na qual a enzima atua). Algumas transformações envolvem várias enzimas como a da glicose em água e gás carbônico que leva 25 passos, cada passo com a participação de várias enzimas. Quando as enzimas são aquecidas, elas aceleram ainda mais as reações, mas apenas até certo ponto a partir do qual elas se modificam e perdem suas propriedades catalisadoras. Quando a temperatura cai, as enzimas voltam ao seu estado anterior.  As células usam a informação dos nossos genes para fabricar proteínas, as quais são usadas para várias funções. A enzima é uma dessas proteínas. As células possuem de 2000 a 3000 enzimas diferentes em cada uma. Células diferentes possuem enzimas diferentes. Depois de a reação se completar, a enzima fica intacta e disponível para iniciar outra reação. Algumas enzimas são capazes de participar de milhares de reações em um único minuto. Em princípio, isso pode continuar indefinidamente, mas na prática a maioria das enzimas perde a estabilidade e capacidade de catalisar as reações.

          Enquanto a sen­tença de RNA é lida e traduzida, produz-se uma crescente cadeia de aminoácidos. Essa cadeia se enrosca e se entrelaça criando uma forma ímpar, resultando num certo tipo de proteína. E talvez existam bem mais de 50.000 tipos de proteína no nosso corpo.

          Até mesmo esse processo de entrelaçamento das proteínas é signifi­cativo. Em 1996, cientistas ao redor do mundo:

          "armados com seus melhores programas de computador, competiram para resolver um dos mais complexos problemas da biologia: como é que uma proteína, com­posta de um longo filamento de aminoácidos, se entrelaça e assume a forma intrincada que determina o papel que ela desempenha na vida. ...
          O resultado, em suma, foi: os computadores perderam, as proteínas venceram. ... Os cientistas estimam que para uma proteína média, composta de 100 aminoácidos, resolver o problema do entrelaçamen­to tentando toda possibilidade real levaria IO27 (1 octilhão) de anos".
(The New York Times).

          Consideramos apenas um resumo de como se forma uma proteína, o suficiente para perceber a incrível complexidade desse processo. Você tem ideia de quanto tempo leva para formar uma cadeia de 20 aminoá­cidos? Cerca de um segundo! E é um processo contínuo nas células do nosso corpo, da cabeça aos pés.

          Qual é o ponto? Embora seja impossível mencionar todos os fatores envolvidos, o trabalho de equipe necessário para produzir e manter a vida é assombroso. E a expressão "trabalho de equipe" mal descreve a interação precisa que a produção de uma molécula de proteína exige, visto que a proteína necessita de informações das moléculas do DNA, e o DNA necessita de várias formas de moléculas de RNA especializa­das. Tampouco podemos ignorar as várias enzimas, cada qual cumprin­do um papel específico e vital. À medida que o corpo fabrica células, que acontece bilhões de vezes por dia sem a nossa direção conscien­te, são necessárias cópias de todos os três componentes: DNA, RNA e proteínas. Pode-se perceber por que a revista New Sc/ent/st comentou: "Tire um desses três, e a vida acaba." Ou indo além: sem uma equipe completa e bem entrosada, a vida não poderia ter surgido.

          É razoável que cada um desses três componentes da equipe molecu­lar tenha surgido espontaneamente ao mesmo tempo, no mesmo lugar, e tão bem interajustados que se poderiam combinar para realizar suas maravilhas?

          Existe, porém, uma explicação alternativa para o surgimento da vida na Terra. Muitos vieram a crer que a vida é o meticuloso produto de um Projetista com inteligência do mais alto grau.



CARPEMA

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